quarta-feira, 3 de junho de 2009

BLOGS EDUCATIVOS: ESPAÇOS DISCURSIVOS CONSTRUINDO SUBJETIVIDADES PARA O PROFESSOR NA CONTEMPORANEIDADE.

BLOGS EDUCATIVOS: ESPAÇOS DISCURSIVOS CONSTRUINDO SUBJETIVIDADES PARA O PROFESSOR NA CONTEMPORANEIDADE.

Maurício de Azevedo VALENTINI (Unifran/SP)
Maria Regina MOMESSO (Unifran/SP)

RESUMO: Os blogs educativos tornaram-se uma realidade. Muitos professores os tem utilizado em sua prática docente virtual com a finalidade de divulgar e tornar o conteúdo de suas disciplinas ou de seu fazer educativo mais atrativo a seus discentes e, além disso, construir um espaço interativo que estaria construindo o que Lévy chama de inteligência coletiva. Todo esse processo ainda esta em fase de maturação e construção, os efeitos ainda são poucos conhecidos, uma vez que as relações estabelecidas dentro do espaço virtual dos blogs propicia a construção e a (re)significação de subjetividades tanto do blogueiro professor quanto de seus internautas, sejam eles discentes, colegas de trabalho ou outros. Diante do exposto esta comunicação tem por objetivo refletir sobre as práticas discursivas e de subjetivação que circulam em blogs educativos, procurando perceber como se dá a construção do blogueiro professor dentro desse espaço discursivo. A perspectiva discursiva serve de aparato teórico para a reflexão em questão. O estudo pauta-se em autores como Foucault (2007, 1997, 1994) para pensar as práticas discursivas e de subjetivação; Bauman (2000, 2007) para refletir sobre a contemporaneidade; Lampert (2005) para questões da educação na atualidade e Oliveira (2004, 2006, 2008) no que tange aos blogs. Os resultados preliminares apontam para práticas discursivas instrucionais e de aconselhamento, em que o blogueiro professor coloca-se como um mediador de “saber” e “poder” para ensinar a ler e escrever com o auxílio de dispositivos tecnológicos. Dessa forma, procura por meio da tecnologia reconstruir uma imagem de educador engajado, que pertence ao mundo digital e está preparado para manter-se no mercado, pois se diferencia da maioria excluída desse processo.
PALAVRAS-CHAVE: Práticas discursivas e de subjetivação; Espaço discursivo; Blogs; Blogueiro professor.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Distanciar-se

Ontem recebi um convite, o de me distanciar, distanciar o olhar das coisas, dos atos, dos feitos, para poder analisá-los de um outro ângulo. Convite este, aparentemente singular, porém que causou um certo estranhamento, afinal, foi uma proposta de deslocamento, e a priori, uma situação difícil, pois, naturalmente procuramos nos localizar, fixar em determinados conceitos e atitudes, e ainda, jamais havia concebido a possibilidade de olhar de mim para mim.

Quando me vi assim por outro angulo e a certa distância, me deparei com uma pessoa que se propôs a dar voltas maiores na vida, até que os seus objetivos principais estivessem maduros. Percebi, na verdade que estes objetivos nunca existiram e que estas " voltas maiores" foram se ainda não são uma fuga. Talvez no ato deste contrato, estava eu um tanto jovem, com medo, incerto das realidades, sem bagagem cultural para questionar, sem argumentos, pronto a abraçar a causa da aparência, ou seja, um olhar fixo no horizonte, peito estufado esbanjando "coragem", a certeza de um campo a desbravar, porém, nitidamente vazio.

O vazio de todo não é uma coisa ruim, se imaginarmos que ele por si só convida ao " preencher-se", ou seja, se esta vazio precisa, e pede um preenchimento, neste sentido, o vazio é impulsionador, impulsionou-me pelo menos.

Aprisionado a está dinâmica de buscar um preenchimento constante, filiei-me as situações cotidianas, que surgiam aos montes, abraçava duas para a parte da manhã, deixava amarrada as da tarde e pendurava ao menos uma para noite, porém mal sabia eu que, pelo contrato, o esvaziamento possuía o mesmo ritmo, e os momentos, fases, situações eclodiriam desta forma, um eterno vazio. Existe aqui um amortecimento conceitual, uma substituição do sentido inicial da fuga por falta de objetivos claros pelo suposto valor de pequenas realizações. È claro que, neste contexto torna-se impossível perceber os caminhos, as trilhas as quais se segue e muito menos há um tempo para desenvolver as próprias.

Um filme inicia-se com um menino vendendo jornais, vidros quebrados, frutas roubadas dos quintais, refrigerante, gás de cozinha, frango de granja, ração, combustível, gerente de caixa, garçom, diretor de teatro infantil, técnico de multimeios, de informática, coordenador de grupo de oração, especialista em marketing, professor das áreas de comunicação e artes, designer de web, Analista do discurso.

De 8 a 37 anos são estas grandes voltas de vida, que percebo foram responsáveis por me per-fazer, se bem ou mal ainda não sei, o que sei é que este convite ao distanciar e ao deslocar-se de si causou um desejo, o desejo de descobrir-me, vencer os medos, criar caminhos mais puros e sóbrios, caminhos para os quais sobrevivi.

Devo aproveitar que não estou de todo vazio, para buscar um caminho que transborde poder e mistério, o poder do amor e o mistério da vida.

Franca, 10 de setembro de 2008.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Michel Pêcheux - (1938-1983)


Michel Pêcheux - (1938-1983): É considerado uma das figuras mais importantes da Análise do Discurso Francesa.

Ele é o fundador da Análise de Discurso que teoriza como a linguagem está materializada na ideologia e como esta se manifesta na linguagem. Ele concebe o discurso, enquanto efeito de sentidos, como um lugar particular em que esta relação ocorre. Pela análise do funcionamento discursivo, ele objetiva explicitar os mecanismos da determinação histórica dos processos de significação. Michel Pêcheux fez seus estudos na Escola Normal Superior de Paris, obtendo seu certificado para ensinar Filosofia em 1963. Em 1966, ele passou a fazer parte do Departamento de Psicologia no CNRS. Partindo de referências teóricas de G. Canguilhem e L. Althusser, Pêcheux reflete sobre a história da epistemologia e a filosofia do conhecimento empírico, visando transformar a prática das ciências humanas e sociais. Focalizando o sentido, que é o nó em que a Lingüística cruza a Filosofia e as Ciências Sociais, Pêcheux reorganiza este campo de conhecimento. Através do confronto do político com o simbólico, a Análise de Discurso que ele propõe, coloca questões para a Lingüística interrogando-a pela historicidade que esta exclui, assim como ela questiona as Ciências Sociais pela transparência da linguagem sobre a qual elas se constroem. Pêcheux compreende o sentido como sendo regrado pelas questões de espaço e tempo das práticas humanas, de-centralizando o conceito de subjetividade e limitando a autonomia do objeto da Lingüística. O discurso é definido como efeito de sentidos entre locutores, um objeto sócio-histórico no qual a Lingüística está pressuposta. Pêcheux critica a evidência do sentido e o sujeito intencional como origem do sentido. Ele considera a linguagem como um sistema sujeito à ambigüidade, definindo a discursividade como a inserção dos efeitos materiais da língua na história, incluindo a análise do imaginário na relação dos sujeitos com a linguagem. Propondo um novo suporte teórico para a ideologia, seu método é baseado na análise das formas materiais. A materialidade específica da ideologia é o discurso e a materialidade específica deste é a língua. O discurso é assim o observatório da relação língua/ideologia. Em termos de discurso, Pêcheux não faz uma distinção estrita entre estrutura e acontecimento, relacionando a linguagem a sua exterioridade. Estabelece a noção de interdiscurso, que ele define como memória discursiva, um conjunto de já-ditos que sustenta todo dizer. De acordo com este conceito, as pessoas estão filiadas a um saber discursivo que não se aprende mas que produz seus efeitos através da ideologia e do inconsciente. O interdiscurso está articulado ao complexo de formações ideológicas: alguma coisa fala antes, em outro lugar, independentemente. De acordo com Pêcheux as palavras não têm um sentido ligado a sua literalidade; o sentido é sempre uma palavra por outra, ele existe em relações de metáfora (transferência) que se dão nas formações discursivas que são seu lugar histórico provisório. A leitura (escuta) proposta por Pêcheux expõe o olhar leitor à opacidade do texto, objetivando a compreensão do que o sujeito diz em relação a outros dizeres. Criticando a análise de conteúdo, o psicologismo e o sociologismo, Pêcheux é um herdeiro não subserviente do Marxismo, da Lingüística e da Psicanálise, em sua Análise de Discurso que explicita as relações entre sujeito, linguagem e história. Com sua posição Michel Pêcheux, cria uma nova teoria com um novo objeto: o discurso. Ele consegue assim produzir o que propunha: uma mudança de terreno nos estudos da linguagem que afeta, ao mesmo tempo, o território das ciências humanas e sociais. Pós- saussuriano e pós-estruturalista, ele re-introduz a noção de sujeito e de situação, sem estacionar na análise de conteúdo, e fazendo intervir a noção de acontecimento junto a de estrutura. Elabora assim uma teoria não subjetiva de sujeito e sustenta a análise na relação do real da língua e no real da história. Sua contribuição para o campo das ciências da linguagem é justamente a que consegue trabalhar a questão do sentido na contradição que opõe o formalismo ao sociologismo.
Um texto muito didático achei conviniente divultar este trablalho, pois expõe com clareza e tranquilidade os princípios da AD francesa e Pêcheux

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Visitas e Comentários

Quanto na verdade importa a um blogueiro as visitas e os comentários?

Me parece que, a realidade é de muitas visitas e poucos comentários, será isso uma situação geral?

Assumo, visitei vários blogs hoje, li e vi várias coisas interessantes, mas não comentei...

Como este assunto te afeta? Tem alguma dica?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O discurso, o sujeito e a História em A Arqueologia do Saber

O discurso, o sujeito e a História em A Arqueologia do Saber
Foucault e Pêcheux na Análise do Discurso – Diálogos e Duelos
Maria do Rosário Gregolin

...Foucault traz com efeito a centralidade da relação entre práticas discursivas e a produção histórica dos sentidos.Ele quer afirmar que o objetivo do método arqueológico é definir não os pensamentos, as representações, as imagens, os temas, as obsessões que se ocultam ou se manifestam nos discursos, mas os próprios discursos, enquanto práticas que obedecem a regras.
A arqueologia procura apanhar o sentido do discurso em sua dimensão de acontecimento: cada palavra, cada texto, por mais que se aproxime de outras palavras e textos, nunca são idênticos aos que o precedem.

Trata-se de investigar “porque determinado enunciado apareceu e nenhum outro em seu lugar”, isto é, porque tal enunciado é um acontecimento na ordem do saber. Por isso, é preciso afastar categorias tranqüilizadoras – que dão uma aparente unidade e continuidade.

A DESCONTINUIDADE é, ao mesmo tempo, conceito, operação deliberada e resultado de descrição. Instrumento e objeto de pesquisa, ela permite ao historiador transformar os documentos em monumentos.

A discussão do conceito de “história” e sua relação com o método arqueológico é central em A Arqueologia do Saber, e dessa articulação derivam seus principais conceitos ligados à teoria do discurso:

a) a noção de acontecimento discursivo: O afastamento de noções utilizadas pela História tradicional (continuidade, linearidade, causalidade, soberania do sujeito) e a afirmação dos conceitos da “nova História” (descontinuidade, ruptura, limiar, limite, série, transformação) estão na base da proposta foucaultiana para análise do discurso...
Foucault propõe entender os acontecimentos discursivos que possibilitam o estabelecimento e a cristalização de certos objetos em nossa cultura....enxerga no enunciado, uma articulação dialética entre singularidade e repetição: “de um lado, ele é um gesto; de outro, liga-se a uma memória, tem uma materialidade; é único mas está aberto à repetição e se liga ao passado e ao futuro.”

b) o conceito de enunciado: Pensando-o como uma função, Foucault descreve o enunciado a partir de oposições com outras unidades – frase, proposição, atos de fala ...
Foucault mostra que o que torna uma frase, uma proposição, um ato de fala em enunciado é justamente a função enunciativa: o fato de ele ser produzido por um sujeito em um lugar institucional, determinado por regras sócio-históricas que definem e possibilitam que ele seja enunciado.
...pois entre o enunciado e o que ele enuncia não há apenas relação gramatical, lógica ou semântica; há uma relação que envolve os sujeitos, que passa pela História, que envolve a própria materialidade do enunciado.

c) a formação discursiva: sendo o enunciado dialeticamente constituído pela singularidade e pela repetição, a sua análise deve, necessariamente, levar em conta a disperção e a regularidade dos sentidos que se produzem pelo fato de terem sido realizados.
“ Sempre que se puder descrever, entre um certo número de enunciados, semelhante sistema de dispersão e se puder definir uma regularidade ( uma ordem, correlações, posições, funcionamentos, transformações) entre os objetos, os tipos de enunciação, os conceitos, as escolhas temáticas, teremos uma formação discursiva”

Foucault propõe que as dimensões próprias do enunciado sejam utilizadas na demarcação das formações discursivas...

...a conceituação tem caráter teórico-metodológico e institui o território da História como campo das formações discursivas: nelas se encontram o discurso, o sujeito e o sentido...

Todas estas questões deveriam me ajudar a compreender as práticas discursivas que irrompem dos enunciados dos blogs educativos, e assim responder ou compreender melhor o “sujeito professor” atravessado pelas maneiras de interagir exigidas nos meios tecnológicos de informação e comunicação do mundo atual.
O que realmente surge de novo nestas práticas em função do dinamismo acentuado do mundo midiático, mas precisamente do ciberespaço?

O que ciberespaço? E mundo midiático?

Hei, viajante! Pode me ajudar?
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

As Palavras e as Coisas

As Palavras e as Coisas: A Arqueologia das Ciências Humanas (1966)Foucault e Pêcheux na Análise do Discurso: Diálogos e Duelos
Maria do Rosário Gregolin

...analisar o acontecimento discursivo, isto é, tratar os enunciados efetivamente produzidos, em sua irrupção de acontecimento, a fim de compreender as condições que possibilitaram a sua emergência em um certo momento histórico.

... o acontecimento discursivo obedece a uma combinação de regras, que constituem o arquivo, e que determinam as condições de possibilidades de sua aparição.
A análise arqueológica busca o emaranhado de fatos discursivos anteriores a um acontecimento que, ao mesmo tempo, o explicam e o determinam...

A tese principal de “As palavras e as coisas” é que as ciências humanas (compreendidas como discursos) articulam-se sobre um conjunto de outros discursos que lhes deram a possibilidade de nascerem...

Os três momentos do homem como objetos de estudos, levantados por Foucault:
a) Idade da similitude: até o século XVI, as relações entre as palavras e as coisas eram marcadas pela semelhança, igualando magicamente palavra e coisa – pensava-se em uma ação mágica sobre o mundo, através das palavras;
b) Idade da representação: “No começo do século XVII, o pensamento cessa de se mover no elemento da semelhança”(1966ª, p. 75). Essa nova episteme busca sua fundamentação na representação;
c) Idade da interpretação: No século XIX, as idéias de finitude e de historicidade abrem possibilidade de tematizar o homem como objeto do conhecimento. “Cala-se a plenitude clássica do ser” (1966ª, p. 364) e instaura-se a era da interpretação. ...linguagem e discurso ocupam seu lugar na ordenação dos saberes.

...nosso saber (a idade clássica) inicia-se com a mutação na forma de conceber a relação entre as palavras e as coisas......Inicia-se, então a busca de ordenação desse mundo em que a semelhança desapareceu...

È o nascimento do homem como sujeito histórico que fará irromper a possibilidade de ele tornar-se sujeito de conhecimento......
Assim, diferente da idade clássica, que pensava o conhecimento como produto, e, portanto, infinito, a modernidade descobre que nada está acabado, tudo está sempre se transformando com os movimentos da História.

Para Foucault, as práticas discursivas são intermediarias entre as palavras e as coisas, a partir das quais se pode definir o que são as coisas e situar o uso das palavras. (...)

Estas questões a cerca destes relacionamentos entre as “Palavras e as coisas” posicionam o indivíduo em seu saber, portanto, vincula-se com a evolução deste indivíduo como sujeito, que em processo de continuidade, chega aos tempos pós-modernos inacabado e atravessado por ideologias, portanto, assujeitado e heterogêneo.Quero entender melhor está relação, para poder falar em “ práticas identitárias” do sujeito professor no meio midiático, liquido e pós-moderno, de certo, encontrar com meus próprios atravessamentos ideológicos, preconceitos e limitações teóricas, que neste instante são motivadores desta busca, deste estudo, da pesquisa.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

De onde vem este medo?


CONTINUAÇÃO - PÓS-MODERNIDADE E CONHECIMENTO: educação, sociedade, ambiente e comportamento humano (Ernâni Lambert, Humberto calloni, Maíra Baumgarten, Ivalina Porto)


“...Na ótica da globalidade, o Estado-Nação está em declínio porque novas formas de poder estão sendo estabelecidas.


Através de uma visão de criticidade, deverá estar novos modos de pensar, ler o mundo, gerar conhecimento e conduzir o processo ensino-aprendizagem.
Considera que há multicamadas de interpretar a realidade e que a dúvida é condição indispensável para a reflexão.


Observa-se que há uma reviravolta na concepção de ciência e no conceito de verdade; uma tendência para a indeterminação; uma ameaça aos valores da cultura humanista; um reforçado aumento no grau de fragmentação, pluralismo, ecletismo e individualismo; isso ocorre, principalmente, em virtude das mudanças ocorridas no trabalho e na tecnologia.


Os efeitos perversos do não cumprimento das “ promessas da modernidade”São promessas de: igualdade, fraternidade, justiça, direitos humanos, liberdade e paz.


O mundo vive uma preocupação exagerada com o progresso. A pobreza e a exclusão se espalharam por todos os continentes, atingindo mais a população com menos escolaridade. A exclusão social, inverso de integração social, é produto de construção social. Tem múltiplas causas e pode afetar o cidadão econômica, política, social, educacional, digital e culturalmente. Conforme Dupont e Ossandon, “ o homem subverteu profundamente o seu ambiente graças à tecnologia, mas, em retorno, a tecnologia, modificou, no ser humano, as maneiras de agir, de pensar e de entrar em contato com o mundo”(1998:107)...”


O ser humano é hoje inflado pelas TICs (tecnologias de informação e comunicação). Acredito que o ser humano assimila tudo a sua volta, de forma consciente ou não, e que de alguma forma macera, aprimora, exclui, agrega, transforma este “tudo” em expressões do viver, assim, nos flashs comunicacionais temos uma mídia relata mais a violência e o caos mais do que qualquer coisa, então como poderemos viver sem medos e nos concentrar na construção de seres-humanos mais otimistas, versáteis e evoluídos?